a linha tênue entre não dizer nada pra evitar conflito, e viver em conflito por não dizer nada.
a vida é um eterno conflito. se não lá fora, aqui dentro.
(via luardoscorais)
Não é que eu não me importe mais, eu só não sinto nada.
Há um bloqueio entre o meu eu racional e emocional que tomou conta da avenida e por assim quer se manter, bloqueada.
Não sinto nada, apenas vivo o dia sem dor, sofrimento, angustia ou agonia, sem arrependimentos e provações, apenas, um dia após o outro.
Há um prazo para liberar a avenida ?
Dificil dizer, aprendi a passar pelos bloqueios através de novas rotas até chegar onde preciso ao ponto de não nota-lo mais.
Devaneios da alma.
Devaneios da alma.
A resposta era sim,
Mas nunca tive coragem de dizer.
A resposta era não,
Mas não tive coragem de dizer.
Eu estava com medo,
Mas não tive coragem de dizer.
E no fim, minha resposta já não importava mais.
“Sempre foi uma vida pacata, monótona, sem vida. Preto no Branco desbancando no cinza ao fim dos dias, até que uma linha de cores cruzava pelo dia iluminando aquilo que já estava há tempos apagado. Foi como uma flechada certeira chegando dentro do coração, perfeitamente se encaixando no meio de uma cicatriz de ponta a ponta que relutava em se fechar, foi como uma injeção de morfina, acalmou o coração, novos sentimentos foram aflorando com o invadir da flecha no coração.
Era inevitável, estava apaixonado mas assustado por estar perdido num novo mundo, novos sentimentos, novas cores. Como manter as cores acesas? Será que irá enfim cicatrizar o que estava aberto há tempo tempo?
É possível que sim, é possível que não. Apenas deixe as cores terminar de pintar seu mundo, de florescer seus galhos secos. Deixe a nova vida tomar conta de você.
Sinta, deixe fluir, flutue e sinta a paixão anestesiando cada extremo do seu corpo.”
- Devaneios da alma.
“Mas há diferenças entre uma vela solitária na escuridão e o clarão do sol.”
- Canção da Rainha.